Comer Rezar Amar

Eu adoro livros escritos em primeira pessoa. Tudo o que eu li recentemente e que me fez bem tinha suas histórias contadas pelo narrador. Talvez eu goste porque assim a narrativa leva um tom mais pessoal, ou pareça mais sincera… mas o que acaba me atraindo mesmo é que geralmente são livros com mais humor. Tô falando também de um gênero bem específico… histórias de mulheres que passaram por grande mudança na vida e narram isso tudo de forma leve e engraçada. Livros como “Melancia”, “Férias” e “Delírios de Consumo” (imperdível) são exemplos top dessa linha de livros que tem me atraido.

Atualmente estou lendo um que me atraiu, primeiramente, só de ver o título: “Comer Rezar Amar”… não é demais? Já na primeira página sabia que ia curtir e não estava enganado. Fico super feliz quando o livro acompanha meu dia-a-dia… quando fico com ele na cabeça o tempo todo e não vejo a hora de ter uma folguinha pra ler um capítulo que seja.

Logo de cara vi também que eu ía ficar muito mexido com a história… Liz é uma escritora que resolve tomar conta da sua vida e fazer um montão de coisas que gosta (viajar, conhecer, sentir e aprender) mesmo tendo de desistir de um casamento com um homem que a amava. Logo de cara, no primeiro capítulo, ela está ajoelhada, no chão do banheiro, no meio da madrugada e aos prantos pedindo uma luz pois seus desespero é tanto que ela não consegue ver uma saída. É nesse momento que ela começa a rezar, espontaneamente, e o livro começa. 

Achei que não conseguiria dar prosseguimento na leitura porque vivi uma situação muito parecida… MUITO mesmo. Fiquei parado, olhando para o livro e com medo de continuar… medo de enfrentar fantasmas e reviver emoções muito fortes que já pareciam… eu disse PARECIAM… estar resolvidas. Mas eu respirei fundo e toquei o bonde… ainda bem, o livro é ótimo e está me fazendo muito bem! A única diferença é que minha história não resultou num livro e nem passei um ano viajando… eu somente rezei, pedi e recebi a orientação, SEPAREI e mudei minha vida pra MUUUUUUUUUUITO melhor!

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8 comentários

  1. Já disse que vc tem sido um grande amigo?
    já disse que voCê sempre consegue deixar a vida (minha) mais leve?
    já disse da sua importância pra mim?
    já disse que eu te amo? (sim, pq amigos tb podem amar uns aos outros)

    Já te disse obrigado?

    Obrigadooooooooooooooooooooooooooooooooooo. bjo na testa. amém

  2. Pingback: Yoga « Peixe Boi
  3. O livro mais entediante que já li rsrs a única parte bem no finalzinho que salva a escritora de não cometer o suicídio é ter encontrado um brasileiro para fazer a grande caridade de trepar com ela rsrs, nossa a mulher é sem noção, quer passar uma crise de identidade que sinceramente?! muito comum no seu país de origem, afinal os americanos são tão vazios e apáticos, nada de fora do comum, a mulher come come na Itália, reza reza na Índia, e trepa trepa até ter uma cistite, acredita na Indonésia com o Brasileiro que salvou literalmente suas viajens entediantes e sua vidinha medíocre. Não comprem o livro, compre uma revista Nova ou Mulher Executiva, muito mais caliente e interessante.

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