Mês: novembro 2007

Yoga

Uma das grandes descobertas na minha luta contra o peixeboi, sem dúvida alguma, foi a Ioga (yoga, iôga ou como cvocê lá quiser chamar)… Quarta-feira é o dia que mais curto ir a academia justamente porque é o dia que eu tenho a aula de Ioga. Eu subo, desço, estico, repuxo e saio da aula feliz da vida… me sentindo expandido, alongado e revigoardo. Ontem retomei a leitura do livro “Comer Rezar Amar”, que já havia comentado aqui, e logo no início do trecho referente a Rezar, encontrei essa definição de Ioga… achei perfeita! Quero dividir com vocês:

Yoga, em sânscrito, pode ser traduzido como união. A origem da palavra é o radical yuj, que significa algo como dedicar-se a uma tarefa com a disciplina de um boi. A tarefa do ioga é encontrar a união – entre mente e corpo, entre indivíduo e o seu Deus, entre nossos pensamentos e a origem de nossos pensamentos, entre professor e aluno, e até mesmo entre nós e nossos semelhantes às vezes tão pouco flexíveis.

Ioga pode também significar tentar encontrar Deus por meio de meditação, por meio do estudo erudito, por meio da prática do silêncio, por meio do serviço de devoção, ou por meio de um mantra – a repetição de palavras sagradas em sânscrito.

O caminho do ioga consiste em desatar os nós inerentes à condição humana, algo que definirei aqui, de forma extremamente simplificada, como a desoladora incapacidade de sustentar o contentamento. Ao longo dos séculos, diferentes escolas de pensamento encontraram várias explicações para o estado de aparente falha inerente ao ser humano. Os Taoístas chamam-no de desequilíbrio, o Budismo, de ignorânciam o Islamismo põe a culpa de nosso pesar na rebelião contra Deus e a tradição Judaico-Cristã atribui todo nosso sofrimento ao pecado original. Os freudianos afirmam que a infelicidade é o resultado inevitável de um embate entre nossas pulsões naturais e as necessidades da civilização. Os iogues, no entanto, dizem que o descontentamento humano é um simples caso de identidade equivocada. Nós somos infelizes porque achamos que somos meros indivíduos, sozinhos com nossos medos e falhas, com nosso ressentimento e nossa mortalidade. Acreditamos equivocadamente que nossos pequenos e limitados egos constituem toda nossa natureza. Não conseguimos reconhecer nossa natureza divina mais profunda. Não percebemos que, em algum lugar dentro de todos nós, existe um EU SUPREMO que está eternamente em paz. Esse EU SUPREMO é a nossa verdadeira identidade, universal e divina. Se você não perceber essa verdade, dizem os iogues, estará sempre desesperado, idéia expressa de forma inteligente na seguinte frase irritada do filósofo estóico grego Epítero: “Você leva Deus dentro de si, seu pobre desgraçado, e não sabe disso!”

Ioga é o esforço que uma pessoa faz para vivenciar pessoalmente a sua divindade, e em seguida para sustentar essa experiência para sempre. Ioga é o domínio de si e o esforço dedicado a desviar a atenção de reflexões intermináveis sobre o passado e preocupações infindáveis com o futuro para, em vez disso, conseguir buscar um lugar de eterna presença, de onde se possa olhar com tranqüilidade para si emso e paro o mundo ao redor. Somente dessa perspectiva de equilíbrio da mente é que a verdadeira natureza do mundo (e de você prórpio) lhe será revelada. Os verdadeiros iogues, de sua posição de equanimidade, vêem este mundo todo como a mesma manisfestação de energia criativa de Deus – homens, mulheres, crianças, nabos, piolhos, corais: tudo isso é Deus disfarçado. Mas os iogues acreditam que a vida humana, e somente com uma mente humana, é que a percepção de Deus pode ocorrer. Os nabos, os piolhos, os corais – eles nunca tem a oportunidade de descobrir quem realmente são. Nós temos essa oportunidade.

Nosso propósito nesta vida, portanto – escreveu Santo Agostinho, ele prórpio um pouco iogue – é recuperar a saúde do olho do coração através do qual podemos ver Deus.”

(“Comer Rezar Amar” de Elizabeth Gilbert/ editora Objetiva)

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As BIS de Elite

Tá rolando por ai a discussão sobre o video Telebambis que venceu o Show do Gongo. De verdade? Eu gostei muito mais desse vídeo aqui que eu encontrei no carioca Virtual. Muito mais engraçado, original e bem produzido. Vale uma olhada:

Adorei a parte das Bis fervendo… HAHAHA!

Acabou… snif

Acabei ontem de ler o Harry Potter. Acabei ontem e até agora to meio passado. Tanta coisa aconteceu na história… muita correira, aventuras, reviravoltas, emoções e surpresas que até agora to meio que tentando assimilar tudo. Quem nunca leu não sabe o que está perdendo. Quem nunca leu não vai entender o que eu e vários fans da série estamos sentindo. Foram quase dez anos esperando ansiosamente cada lançamento de um novo livro. Valeu ter lido… valeu ter esperado e valeu muito ter descoberto Harry Potter um dia.

Madonna

Eu adoro Madonna. E quando digo adoro… quero dizer ADOOOORO MESMO. Lembro quando comprei meu primeiro vinil em 198… bem deixa pra lá. Entrei meio morrendo de vergonha na loja porque gostar de Madonna naquele comecinho de tudo era meio como gostar da Corona ou da Alexia hoje em dia. Depois disso não parei mais. Tenho tudo e baixo tudo que encontro. Milhões de remixes e versões de quase tudo. Tenho até um grupo de jazz que fez um cd com músicas dela. Encontrei isso no Blog do Marcelo que é uma ÓTIMA fonte pra encontrar coisas legais, diferentes, estilosas e de muito bom gosto. Quando eu crescer, quero ser igual a ele: super informado, descolado, bem humorado e capaz de escrever um texto otimo e cheio de personalidade.

Mas vamos ao que interessa: fuçando aqui e ali numa noite de pouco coisa a fazer, encontrei um link que permite você baixar o que talvez seja o NOVO CD DA MADONNA! Sabe? Aquele que vai ser lançado somente ano que vem? Pois bem, esse mesmo. Claro que eu já baixei e nesse exato momento estou ouvindo… é tudo bem estranho.

Sei que não sou a pessoa mais por dentro de tudo que existe pra ser baixado ou que já foi lançado… mas no meu parco conhecimento madonístico, tudo que tem lá é bem diferente. Tem Candy Shop e The Beat Goes On… mas bem em versões melhoradas das que eu já  havia ouvido. Tem uma ou duas que eu não conhecia e as outras 12 são releituras de sucessos antigos. Releituras BEM diferentes e muito interessantes. Tipo: tem uma musica chamada “Britney, Don’t do it!” que é na verdade uma versão MUITO diferente de Justify My Love. Muito mais sexy, alternativa, original, indy e “viajante” Adorei.

Quer quiser dar uma olhada… basta clicar aqui!

CORRIGINDO:

Já descobri tudo… não é cd novo coisa nenhuma. Só um montão de remixes de músicas antigas. Melhor assim, porque se esse fosse o CD novo eu ia ficar muito puto.

Loira Aguada

Tosco… MUITO tosco.

Depois de uma longa semana longe, sem postar nada por causa do feriadão e do Harry Potter (não consigo parar de ler) aí vai uma dica de vídeo pra alegrar a segun… ops, quer dizer… quarta feira de todo mundo.

Nunca vi tanto clichê e tanta tosquice num video só. Tudo muito ruim… a letra, o vídeo, o figurino, a locação, a letra da música e claro, a voz da cantora. Será que ela acreditou, seriamente, que alguém ia gostar disso e que por causa desse vídeo ela voltaria a fazer sucesso? Que seu talento seria finalmente redescoberto?

É a coisa mais sem pé nem cabeça que eu vi nos útlimos tempos… se ela está virando água, deveria participar então da novela dos mutantes da Record porque em matéria de tosquice, estão alí, pau a pau. Logo falarei dessa novela também…