Equanimidade e Amor

Hoje, sei lá por quê, resolvi procurar o significado da palavra EQUANIMIDADE, muito usada em qualquer ensinamento/ texto budista. Sempre li essa palavra, sempre entendi o que era mas não sabia explicar o resultado. Dei uma googlada e encontrei:

EQUANIMIDADE:

 

 1.Ânimo inalterável, sempre igual, tanto na adversidade como na prosperidade.
2. Espírito sereno, equilibrado.
3. Correção e imparcialidade.
 

 Equanimidade significa serenidade de espírito. É um estado natural e relaxado, a capacidade de experimentar de maneira estável as diferentes situações do mundo físico, das sensações, da mente e dos fenômenos. É caracterizada pela profunda tranqüilidade, completamente livre de oscilações.
Nada paga o preço de estarmos felizes por nós mesmos. Alcançando esse estágio, até mesmo os relacionamentos ficam mais fáceis de se lidar, de pensar usando a razão ao invés do coração. Isso traz uma paz incomensurável.

Eu estava certo no que eu imaginava que seria o significado da palavra… mas mesmo assim resolvi continuar navegando nos links que o google me apresentou. Cheguei a esse link e, engraçado, serviu para reforçar um montão de coisas que temos acompanhado recentemente e também para reafirmar o que eu sempre acreditei e defendi. Olha só que interessante:

Equanimidade* no Amor

Sem upeksha, o amor se torna possessivo. Uma brisa de verão talvez seja refrescante, mas se tentarmos enlatar a brisa para tê-la ao nosso dispor, a brisa morrerá. Com as pessoas que amamos acontece a mesma coisa. A pessoa amada é como uma nuvem, uma brisa ou uma flor. Se você aprisioná-la em uma lata ela morrerá. Entretanto, muitas pessoas fazem exatamente isto. Tiram a liberdade de seus seres amados até o ponto onde a outra pessoa não consegue mais ser ela mesma. Vivem para satisfazer seus próprios desejos, usando o ser amado para ajudá-los a fazer isso. Isso não é amar, é destruir. Você diz que ama a pessoa, mas se não tentar entender seus anseios, necessidades e dificuldades, a pessoa viverá em uma prisão chamada de amor. O verdadeiro amor preserva a liberdade das duas pessoas, e é isso que é upeksha

É isso. Para ter seu amor perto, deixe ele solto. Não prenda, não controle, não interfira na vida dele/a. Falo iso por experiência própria. Já senti na pele o amor indo embora porque me sentia preso, controlado e INFELIZ. Lembro de uma musica da Marina que sempre ouvia… Guardar, guardar, guardar… num cofre, não se guarda nada, num cofre, perde-se a coisa vista…

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1 comentário

  1. também fiquei com a mesma dúvida ao estar lendo um texto budista. gostei da explicação e o seu gancho que fez com referência ao amor sem apego ou seja, equanimidade no amor. que os méritos sejam em benefício de todos os seres sencientes.

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